top of page

trabalhos MAPEADoS

Trabalhos mapeados entre 2021 e 2025.

Quer catalogar seu trabalho e publicá-lo aqui?
Basta preencher nosso formulário:

Duas mulheres; uma de blusa amarela e saia rosa claro abraça a outra, de cabelo cacheado e apenas de calcinha rosa claro, uma cobre com as mãos o rosto da outra, contra uma parede bege.

Espetáculo: Tem alguém que nos odeia (2013)

SÃO PAULO​

​Sinopse:

Thriller escrito em 2011 aborda a relação privada e amorosa de duas mulheres, Maria, brasileira, e Cate, estrangeira, que decidem morar juntas em São Paulo. Dentro do antigo e decadente apartamento – herdado por Maria – elas vivem em conflito. Em meio a esse ambiente turbulento, a violência e horror batem a sua porta, invadindo o seu lar. Elas, então, se veem obrigadas a enfrentar agressões físicas e psicológicas de algum homofóbico do prédio, que se torna um inimigo invisível e constantemente presente.

Num clima de suspense e desconfiança, elas lidam com a impunidade da justiça brasileira, com uma moradora que as considera um mau exemplo, com um padre que as tenta convencer de que são grandes pecadoras, com uma síndica que nada pode fazer e com suas angústias pessoais. A peça coloca em xeque a temática da tolerância, da coexistência entre diferentes grupos, os protocolos sociais, a justiça, religião e o papel de cada indivíduo diante das questões públicas.

Ficha técnica:

Texto: Michelle Ferreira
Direção: José Roberto Jardim
Elenco: Ana Paula Grande e Bruna Anauate
Iluminação: José Roberto Jardim
Sonoplastia: José Roberto Jardim
Cenário: Ana Paula Grande, Bruna Anauate e José Roberto Jardim
Cenotecnia: Zé Valdir
Figurino: Bruna Anauate
Produção: Cia Le Cucá – Ana Paula Grande e Bruna Anauate
Foto: Suellen Leal/Divulgação 

domiescu2.webp

Espetáculo: Domínio do escuro (2015)

RIO DE JANEIRO

​​Sinopse: DOMÍNIO DO ESCURO é um documentário poético em forma de peça teatral. Com a direção e texto de Juliana Pamplona, jovens atores levam à cena uma investigação a partir de registros antigos e depoimentos reais de idosos homossexuais entrevistados pela equipe.

Ficha técnica:

Direção e dramaturgia:  Juliana Pamplona

Direção de vídeo:  Pedro Modesto

Atores:  Clarisse Zarvos Lívia Paiva e Pedro Henrique Muller 

Iluminação:  Lara Negalara

Trilha sonora:  Jonas Sá

Cenário e figurinos:   Elsa Romero

Fotografia: Renato Mangolin

Preparação corporal:  Duda Maia

Arte gráfica:  Clarice Pamplona

Produção executiva : Clarisse Zarvos e Marina Gadelha

Direção de produção:  Fernanda Avellar

Realização: Trêstada Produções
Foto: Renato Mangolin

Uma mulher negra, com cabelo crespo e maquiagem vermelha e preta, em pose de luta, veste jaqueta de corrida vermelha e amarela, shorts pretos e luvas vermelhas, num palco escuro, olhando para a esquerda com os punhos levantados.

Cena curta: Pixaim Elétrico (2017)

MINAS GERAIS

Sinopse:

Toda ou quase toda sapatão arranha um violão! Dos lugares de não privilégio e também de “alguns” privilégios de ser mulher negra e lésbica é o que fala esse experimento de cena ou performance sonora. Dos muitos amores platônicos da pré adolescência e dos vários amores vividos na vida adulta. Fetichismo na tv e no pornô ser sapatão não é só caô envolve muito amor. Da alegria e satisfação de ser o que sou e viver a plenitude dos dias, por não ter vergonha de mim é que encaro com corpo, verbo e escarro os que não cuidam da sua vida. Saí do banheiro da Mary in Hell e fui pra rua com minha menina. Hoje entendo como foi e é importante Villa Paraty e Boate Giz para as que vem do texas, periferias mil e do interior buscando na capital a diversidade e realização dos seus desejos.

Ficha técnica:

Atuação: Michelle Sá.

Encenação: Manu Pessoa.

Iuminação: Akner Gustavson.

Participação sonora: Pat Manoese.
Foto: Pablo Bernardo 

Uma pessoa com blusa azul escura e calça verde-azulada, segurando uma sacola marrom, demonstra choque, enquanto outra mulher, com capuz vermelho e saia vermelha e branca, observa, em um cenário teatral.

Espetáculo Senhora X, Senhorita Y (2018)

SÃO PAULO

​Sinopse: Sob o pretexto de representar a peça A mais forte, de August Strindberg, duas atrizes e uma performer sonora se lançam em um jogo pelo qual intercambiam diversos papéis, explorando com humor ácido as construções heteronormativas do feminino sugeridas pelo texto. Indo mais longe: elas desafiam o autor sueco pela exposição de um disparador imprevisto: o corpo lésbico reivindicando o protagonismo da cena. O que diria Strindberg disso tudo?

Ficha técnica:

Direção Geral e Dramaturgia – Silvana Garcia. Direção Audiovisual e montagem – Sol Faganello. Texto e Roteiro – Silvana Garcia, Ana Paula Lopez e Sol Faganello. Elenco – Ana Paula Lopez, Sol Faganello e Camila Couto. Dramaturgia Sonora – Camila Couto. Direção de Movimento – Ana Paula Lopez. Direção de Arte – Sol Faganello. Performance Sonora e Operação de Som – Camila Couto. Concepção de Luz – Sarah Salgado. Direção de Fotografia – Vitor Vieira. Operação de Câmera – Vitor Vieira e Camila Picolo. Captação de Som – Eric Vasconcelos. Teaser e Edição – Sol Faganello. Assistência de edição – Camila Couto. Edição e Mixagem de Som – Daniele Dantas. Transmissão – Dita Produtora. Arte Gráfica – Sol Faganello e Camila Couto. Fotografia do Espetáculo – Maria Fanchin. Assessoria de Imprensa – Nossa Senhora da Pauta. Mídias Sociais – Camila Couto. Produção Audiovisual – Dita Produtora. Produção e Realização – Damas Produções
Foto: Foto por Lenise Pinheiro/ Folhapress

A palavra \"PANACEIA\" em letras maiúsculas e estilo rústico, sobre um fundo com intrincados padrões que lembram folhas ou veios, em tons de marrom e vermelho-escuro.

Espetáculo Panaceia (2019)

MINAS GERAIS

Sinopse:

Pensando o lugar da mulher na contemporaneidade, o Coletivo Ébria volta o seu olhar para o feminino, resgatando suas histórias familiares, seus amores entre mulheres, suas histórias de abuso e violência. Misturando narrativas pessoais com histórias de dezenas de outras mulheres, o espetáculo borra as fronteiras entre o real e o ficcional.
Produzindo agenciamentos, construindo mapas afetivos e teatralizando histórias que poderiam ser banais, quatro atrizes promovem um mergulho profundo em direção às suas raízes e ancestralidades sem, contudo, deixar de refletir e desejar horizontes futuros potenciais.
Ébrias de si, constroem um corpo amálgama, monstro, selvagem, dadas ao carnaval, enlouquecidas, sãs como só elas podem, mastigam, devoram, amam.

Ficha técnica:

Direção: Juliana Pamplona

Elenco: Camila Prado; Karina Sá; Tatiane Andrade; Sheiquellann

Dramaturgia: Sheiquellann

Cenografia: Karen Nunes

Caracterização: Karla Ribeiro

Iluminação Luana Melo Franco

Trilha Sonora original: Luiza Gaião

Coreografia do tango: Ana Cláudia Cristo

Produção executiva: Théo Mantelato

Designer e fotografia:  Ana Miranda

Ilustrações: Sofia Veloso

Três pessoas dançando em um palco iluminado em azul, em poses distintas

Cena curta: Eu não sei você, mas eu sou sapatão (2019)

MINAS GERAIS

Sinopse: Há muito tempo atrás na ilha de safo, lésbicas unidas escreveram um manifesto:
Eu não sei você mas, eu sou sapatão.
Desde então, diversas pessoas tentaram decifrar, traduzir e até mesmo interpretar esse documento histórico, mas só uma sapatão pode ler. Bom, não sei se você é entendida, mas hoje nós temos algo a dizer.

Ficha técnica:
Atuação e dramaturgia: Letícia Ângelo, Marina Merêncio, Nádia Fonseca 
Direção: dévora mc
Iluminação: Letícia Bezamat
Trilha: Letícia Ângelo
Realização: Fanchecléticas Coletiva (@fanchecleticas)
Foto: Lorena Szchaber

images.jfif

sinhá não dorme (2021)

RIO DE JANEIRO

Sinopse: As atrizes contam o que fizeram, do momento em que acordaram até o momento em que chegaram para fazer esta cena. As duas interpretam mulheres que se multiplicam em muitas outras. Elas querem falar de amor, de afeto, de memórias. São mulheres que amam outras mulheres. Elas, mulheres negras, querem falar de amor sem dor. Sem dor.

Ficha Técnica:

Idealização: Roberta Valente

Com: Gloria Diniz e Roberta Valente

Texto: Tatiana Nascimento

Direção: Isabel Penoni

Assistência de direção: Juliana França

Fotografia: Andrea Capella

Arte: Paula Stroher

Trilha Sonora e produção musical: Maíra Freitas

Músicas originais: Tatiana Nascimento

Programação visual: Diogo Brozoski

Coordenação online e Mídias sociais: Rodrigo Menezes

Técnico audiovisual: Mario Filho

Assessoria de Imprensa: Gisele Machado e Bruno Morais / Marrom Glacê Assessoria

Produção: Bem Medeiros

Assistente de Produção: Matheus Ribeiro

Produção executiva: Douglas Resende

Realização: Pé de Vento, Suma Filmes, Roberta e Anna Produções

Foto: Divulgação

A silhueta de uma mulher com cabelo na altura dos ombros, segurando um objeto do tamanho de um sapato, com a silhueta de uma pequena figura ao seu lado, contra uma parede clara.

Cena curta: Tia Nina Sapatão (2021)

MINAS GERAIS

Sinopse: Tia Nina usava sapatos enormes, bem maiores que seus pés. Uma vez Julia perguntou porque os sapatos de Tia Nina eram tão grandes. Tia Nina respondeu que dentro deles ela guardava um tesouro precioso.

Ficha técnica:

Elenco: Éle Fernandes, Letícia Ângelo, Letícia Bezamat, Nádia Fonseca e Régelles Queiróz

Direção: Coletiva

Trilha Sonora: Letícia Ângelo

Luz: Gato de luz iluminação

Texto: Nádia Fonseca

Apoio: Casa do Bassa

Realização e produção: Fanchecléticas
Foto: Arquivo pessoal Nádia Fonseca

Uma mulher com cabelo escuro e cacheado está apoiada em uma estrutura vertical escura, enquanto outra pessoa, com roupa marrom, está agachada embaixo, com as mãos estendidas em direção a ela, em um palco com iluminação âmbar.

querença (2022)

MINAS GERAIS

Sinopse: As atrizes revezam as personagens. as personagens revezam suas histórias. as histórias revezam as atrizes. uma. outra. um bando de pássaras sobrevoam a cena. elas se juntam ao bando. Uma voa para longe. Outra fica.
querença, novo espetáculo da Breve Cia surge depois de fazer ninho na cena curta Uma, Outra. Agora elas voejam por aí.

FICHA TÉCNICA
Concepção: Breve Cia
Atuação: Anair Patrícia e Renata Paz
Direção e Dramaturgia: Amora Tito
Preparação vocal e composição musical: Michele Bernardino
Cenografia: A Baionista
Trilha Sonora e captação de áudio: Letícia ngelo
Figurino e adereços (concepção): Anderson Ferreira
Figurino e adereços (execução): Anderson Ferreira, Arthur Alves e Aniah Braga
Preparação corporal: Renata Paz
Desenho de luz e operação: Régelles Queiroz
Assistente de iluminação e Designer de vitrais: Victor Santos
Equipamento de iluminação e efeitos especiais: Gato de Luz
Produção executiva e comunicação: Mexerica Cultural (Kelli Oliveira)
Orientação de pesquisa: Anair Patrícia
Workshop de cuíca: Débora Costa
Vivência de Capoeira Angola: Joyce Afrika e Sabrina Alves

Duas pessoas e beijando em um ambiente escuro e íntimo, uma com cabelos longos e castanhos e a outra com cabelos curtos e verdes, ambas vestindo roupas brancas e elegantes, em uma cena que transmite amor e felicidade.

defesa  (2022)

MINAS GERAIS

SINOPSE: Começa no casamento. Mas nada começa em um casamento. Então talvez termine: talvez comece antes. Ou depois. Eu não sei. É que o tempo não importa aqui. Pela varanda do quinto andar, ousamos mais: a realidade também não importa. Importa o que fica, a memória. Importa o pequenininho: a rachadura, a lagartixa, o silêncio, a tartaruga, a casa, o carnaval, o grito, a palavra.
-Eu ainda te amo.
-Eu também. 

Realização: Mercuria Conecta 
Elenco: Júlia Campos e Kami Soares
Direção: Igui Leal
Dramaturgia: Júlia Campos e Kami Soares 
Preparação corporal: Eli Nunes
Orientação coreográfica: Heleno Carneiro 
Preparação vocal: Karim Ângelo
Sonoplastia: Delaney Júnior
Iluminação: Maria Mariano e Júlia Jota
Operação técnica: Júlia Jota e Delaney Júnior
Cenografia: Maria Clara (Cacaia) 
Figurino: Pedro Birra, elenco e direção 
Visagismo e maquiagem: Giovanna Miranda
Edição e montagem de vídeo: Matheus Gepeto
Direção audiovisual: Matheus Gepeto
Roteiros: Júlia Campos, Kami Soares, Igui Leal e Matheus Gepeto
Produção de set: Júlia Jota (Mercuria Conecta)
Maquiagem e assistência de produção de set: Giovanna Miranda 
Captação de vídeo: Matheus Gepeto, Júlia Campos e Kami Soares 
Videomapping: Nélio Costa
Operação de projeção: Arthur Cunha 
Acessibilidade em Libras: Rosane Lucas e Chris Miranda
Produção executiva: Júlia Jota (Mercuria Conecta) e Ana Clara Marques 
Assistência de produção: Lucélia Benvinda 
Direção de comunicação: Kami Soares (Mercuria Conecta)
Assistente de comunicação: Júlia Jota (Mercuria Conecta)
Mídias sociais: Kami Soares e Júlia Jota (Mercuria Conecta) 
Identidade visual: Lara de Paula e Luci Cecília Augusta 
Fotografia: Lina Mintz
Filmagem: Pedro Lanna

Duas palhaças com roupas de proteção militar ajoelhadas no chão, cercados por fumaça, usando capacetes com óculos e colares de babados, coletes táticos e bandeirinhas lésbicas, criando um clima misterioso.

LAS TORTAS  (2022)

são paulo

SINOPSE: Em uma galáxia distante, muito distante, para além do Pico do Jaraguá, logo depois da Várzea Paulista, pelos altos e baixos da Lapa e vales guarulhenses, habita o Clã de las Tortas. Um bando de super-heroínas sapatonas que terá que se deslocar de sua apartada ilha e se mobilizar para cumprir uma árdua e arriscada missão. 

FICHA TÉCNICA
Idealização, Concepção e Coordenação Geral: Angélica Müller e Daniela Biancardi
Direção Artística: Daniela Biancardi
Direção Musical: Natalia Mallo
Direção de Produção: Angélica Müller
Orientação Dramatúrgica: Cláudia Schapira

Elenco:
Adriana Aragão - atriz e percussionista
Angélica Müller - palhaça
Daniela Biancardi - palhaça
Evelyn Cristina - atriz e DJ
Laruama Alves - atriz e clarinetista
Marcelle Barreto - atriz e pianista
Natalia Mallo - atriz e musicista

Participação especial:
Cláudia Schapira - Gran Mestra (vídeo)
Georgette Fadel - Narradora (voz em off)

Produção: Letícia Tavares Homem
Desenho de luz, Iluminotécnica e videomapping: Luciana Silva
Edição e mixagem de som: Evelyn Cristina
Figurino e Visagismo: Victor Paula
Equipe de Produção: Julia Genezini, Thiago Sgambato e Zahra El Rahim
Gravação de voz em off: Gustavo Vellutini - Estúdio Macuco
Elementos cenográficos: Angélica Müller e Daniela Biancardi
Cenotecnia: Katiana Aleixo
Costura da base de roupa de bonecas: Maria Cristina Bartholomeu do Rego
Transporte do cenário: Wilson Paulino Junior

Material audiovisual:
Direção: Thiago Mendonça
Operação de câmera: Bruno Nogueira, Isabel Mendonça, Murilo Morais Oliveira e Thiago Mendonça
Montagem e edição: Bem Ortolan, Murilo Morais Oliveira e Thiago Mendonça
Animação: Bruno Nogueira
Fotografia: Bruno Nogueira e Valnderlei Yui

 

artista negra vestida com um traje prateado futurista, com detalhes em preto, óculos grandes com luzes LED, tranças brancas e sapatos iluminados, em um palco com instrumentos de percussão, em uma pose alegre e enérgica.

Ex-Imagination  (2023)

MINAS GERAIS

Sinopse: Um desarranjo interplanetário afeta a população do planeta LSP-44, alterando os modos civilizatórios do lugar. Este desarranjo ocasiona a queda de ƎX, ser extraterrestre, que despenca na Terra sem memórias do passado. O ser dá início a uma jornada em que Okan - o coração, é quem guia em busca da memória e imaginação. Inspirado na trilogia Xenogênesis da escritora norte americana Octavia Butler, ƎX-MAGINATION, espetáculo teatral afrofuturista, contemplado pelo Prêmio Nacional Leda Maria Martins em 2023 na categoria "Performance do Tempo Espiralar", convida as pessoas espectadoras a embarcar em uma ficção, em que a personagem ƎX, conectada a uma IA - Inteligência Ancestral, percorre assuntos de profunda reflexão sobre a sua existência, sobre sexualidade e gênero, inspirada nas vivências de mulheres negras que amam outras mulheres. Apesar de ficção, a peça é uma metáfora do imbricamento causado pela colonização dos povos originários da América Latina e a Diáspora Negra originária na escravização.

Direção Criativa y atuaginga: Michelle Sá
Dramaturginga: Nívea Sabino y Michelle Sá (Gingas)
Co-direção y co-criação dramatúrgica (1ª fase): Graziele Sena
Colaboração cênico-textual: Júlia Deodora (Ginga)
Direção Cênica: Eli Nunes y Michelle Sá
Preparadore corporal y maquiagem: Eli Nunes
Preparadora corporal (2° circulação): Scheylinha Bacellar (Ginga)
Preparação vocal 1° etapa: Rainy Campos 
Trilha Sonora: Arruda Hi - Tech y Manu Ranilla 
Figurino 1° etapa: Juliana Floriano
Figurino 2° etapa: Anderson Ferreira
Costureiras: Rosiana Pereira de Souza y Delzi Pereira
Cenário: Juliana Floriano y Nilson Alves
Criação de luz y operação de luz: Victor Santos
Técniginga de som: Júlia Deodora (Ginga)
Gestão de projeto y produginga: Luana Costa (Ginga)
Tranças: Lícia Avelar y Tranças Cafuné
Artista do coração: Felipe Arthur 
Fotografia: Mayara Laila (Ginga)
Gingas participantes da pesquisa oralitura: Júlia Deodora, Benilda Brito, Eliza Carla, Flávia Tambor, Jamine Miranda, Jozeli Souza, Kelma Zenaide, Larissa Amorim, Marilda Cordeiro y Renata Paz.

Duas jovens brancas deitadas em uma cama em um cenário teatral; uma com jeans e blusa de bolinhas, a outra com top rosa e calça escura, criando um momento íntimo e casual.

amora  (2024)

MINAS GERAIS

Sinopse:  Anne é tímida e mantém uma paixão secreta e jamais contada por Michele, a melhor amiga de Luana, que por sua vez é popular e super extrovertida, porém Luana se sente constantemente pressionada por sua mãe para seguir a carreira de atriz. A vida de Anne está normal e ocorre como sempre, quieta em seu canto, sem ser percebida ou notada por ninguém, pelo menos é o que ela acha. Em certo dia, Anne é surpreendida por uma proposta inusitada de Luana, que pede para que ela finja ser sua namorada para “desagradar” sua família e assim não ter mais a pressão. Em troca, Luana ajuda Anne a se aproximar de Michele. Porém, para sua surpresa, a família de Luana recebe a novidade tranquilamente e a convida para passar um tempo juntas no festival de Tiradentes, onde sua filha concorre a um prêmio. As duas então se veem obrigadas a fingir esse relacionamento. Sua ideia é, depois de alguns dias, seguir a sua vida normalmente e dizer que havia infelizmente terminado com sua namorada. Porém, nesse tempo, juntas, Luana conhece melhor Anne e percebe que ela causa sentimentos estranhos nela, o que seria isso? A partir desses estranhos arrepios, Anne e Luana se encontram em um caótico, poético e engraçado possível romance.

​FICHA TÉCNICA
ELENCO - Karoline Maia, Marina Fantini, Michel Carvalho, 
Isabela Andrade, Iolanda de Andrade, Ananda Max, Isabela Luzio
DIREÇÃO -  Coletiva
PREPARAÇÃO DE ELENCO - Alyine Gama e Beatriz Rezende
FIGURINO - Marina Fantini e Iolanda Andrade
OPERAÇÃO DE LUZ - Bruno de Paula, Rafael Novato, Joyce Rezende e Anderson Costa
PRODUÇÃO - Joyce Rezende, Sofia Figueiredo, Rafael Novato e Maria Clara de Moraes
TEXTO -  Marina Fantini
ORIENTAÇÃO - Alberto Tibaji

 Três artistas no palco interagem com sapatos espalhados e fitas no chão sob iluminação verde e âmbar, criando uma cena teatral experimental e imaginativa.

expedição reversa  (2022)

MINAS GERAIS

SINOPSE: Lesbografia do brasil. experimento arqueológico futurista. trajeto invertido sequestro resgate de safo. Expropriação da história oficial desde um devir chavela vargas. verter a língua porque me da la re chingada gana. devir maria bethânia. cuidado comigo. ato de reverter linguagem. caminar hasta un nuevo punto escavar memória e reconstruir monumentos de tesão ancestral. A língua é o mapa dos nossos fracassos mas eu preciso dela pra falar aqui, aqui agora. Será Pela língua. Usaremos a língua do opressor na nossa revolução paródia nosso legado com voz, há muitas e muitas avós. Abuelas. Avós. Sim, é pela língua. E pela língua te ganho, enquanto assistimos eles morrerem à míngua. Ponme la mano aquí Macorina. “Por que si mañana seremos ruinas, se me estoy acabando por latir, quiero deshacerme entre tus piernas, vaciar mi. aliento en tu pubis. asi que cuando nos encuentren prendan fuego de una vez.”

Cena Curta: Expedição Reversa (2022)

(Melhor cena da noite no 23º Festival de Cenas Curtas do Galpão Cine Horto, 2º lugar juri popular do 15° Niterói em Cena )

 

Direção: Marina Viana

Trilha sonora ao vivo e músicas: Karim Ângelo

Dramaturgia: Marina Viana e Elenco

Elenco: Karim Ângelo, Letícia Bezamat, Nádia Fonseca

Iluminação: Gabriela Meneses

Realização: Fanchecléticas Coletiva

Uma pessoa negra com longas tranças pretas, usando um top cropped azul claro e calças claras, em um ambiente escuro e íntimo, possivelmente durante uma apresentação.

Memórias de um corpo esquecido  (2024)

amapá

SINOPSE: “Memória de um Corpo Esquecido”, de Iara Piris, é uma obra contemporânea, escrita em 2023, que se destaca por sua profundidade emocional e sensibilidade ao abordar temas complexos e urgentes. A dramaturgia mergulha na trajetória de uma mulher negra, cuja vida é marcada por lutas íntimas e coletivas, revelando camadas de dor, resistência e resiliência.

FICHA TÉCNICA

Fotografia: Daniela Aires
Contrarrega: Sofia Abreu
Texto e atuação: Iara Piris
Revisão: Jakeliny L da Silva
Iluminação: Stéfhany Borges

 

A imagem mostra uma cena interna pouco iluminada, possivelmente um bar ou clube, banhada por vibrantes luzes neon rosa e verde, com três indivíduos e um letreiro neon "SOMOS" ao fundo.

Celebre - Ação: Noite de Pregação Sapatão (2024)

são paulo

Ficha técnica: 
Artistas/ performers criadoras: Boleia Coletiva - Teatro Sapatão: Angela Consiglio, Eloisa Torrão, Milla Bastos e Nathalia Dezoti

Uma pessoa branca e ruiva ajoelhada no palco, com uma projeção de raio-x de um esqueleto de tartaruga ao fundo, cercada por objetos e bolas espalhadas, criando uma atmosfera teatral e contemplativa.

Meu Corpo Em Terra Corre Para o Mar
Como Tartaruga Marinha (2025)

são paulo

No formato de uma palestra-performance, a atriz se mistura aos seus objetos de pesquisa, explorando os sentidos entre o falar, o achar, o saber e suas vivências e referências, enquanto é tragada e amalgamada pela força do mar.

 

Direção: Fabiana Monsalú 

Atuação e Dramaturgia: Beatriz Belintani 

Preparação vocal: Gabriela Flores 

Direção de movimento: Fabiana Monsalú

Cenografia e Vestuário: Fabiana Monsalú e Marcela Matos

Assistência de cenografia e vestuário: Jenn Cardoso  

Desenho  de luz: Gabriela Ciancio 

Dramaturgia sonora: Camila Couto 

Concepção audiovisual do espetáculo: Sol Faganello 

Vídeos do espetáculo: Sol Fagabello Beatriz Belintani 

Vídeo mapping e Operação de vídeo: Soraia Costa 

Operação de luz: Gabriela Ciancio e Geovanna Moreira 

Operação de som: Lana Scott 

Fotos e vídeos de divulgação: Camomila Produções 

Produção: Corpo Rastreado -  Leticia Alves e Jack dos Santos

Assessoria de imprensa: Pombo Correio

bottom of page